Vanuza Borges

Jornalista apaixonada por comunicação. Trabalhei por quase 15 anos seguidos em jornais, sites e revistas. Conheci diversas editorias, como Cidades, Polícia, Política, Comportamento, Saúde e Bem-estar, tanto como repórter, quanto editora. Duas experiências distintas. Como repórter, recebia a pauta, em alguns casos, parecia impossível de ser feita, porém, ao fim do expediente, estava entregue.

O texto pronto, na maioria das vezes, era fruto de inúmeras ligações, conversas, entrevistas, levantamentos, pesquisas… Isso não acontecia sentada num ambiente silencioso com ar-condicionado. Não. Redações de jornais costumam ser barulhentas e permeadas por interrupções. O que significa que escrita é prática, não advém de inspiração do além.

Fora da redação, inúmeras idas às ruas, conversas, diálogos, observação…

Após conquistar confiança de um personagem, um convite para entrar, tomar um café, seguido de um desabafo, uma revelação… às vezes, silêncio. É, às vezes, o silêncio diz muito. A ausência de palavras é reveladora.

Já como editora, aprendi, mais do que nunca, a importância de um texto bem escrito, como refinar palavras (não rebuscar), de boas fotos, fotos que complementam informações, não só estéticas, como distribuir o conteúdo nas páginas em branco para que o leitor pudesse aproveitar da melhor maneira este momento de leitura. Ah, claro, aprendi também a criar pautas e mais pautas… Afinal, em branco, não sai.

Aprendi ainda a filtrar releases e mais releases recebidos no e-mail. Confesso que alguns ‘salvavam’ o dia ao suprir a pauta que caiu de última hora. Já outros, apesar de interessantes, impossíveis de ser editados em poucos minutos. Acabam descartados.

Enfim, esses anos me permitem, com tranquilidade, perceber o que é de interesse do leitor, que pode ser traduzido em sua persona, onde buscar informações e pautas, como inserir depoimentos de personagens, falas de profissionais, como preparar conteúdo de qualidade para redes sociais de profissionais e também como preparar profissionais para uma entrevista, como fazer e escolher as melhores fotos…

Nos últimos anos, somado à experiência jornalística, passei a estudar Inbound Marketing, Marketing Digital e, em especial, Marketing de Conteúdo. Confesso, sem receio de soberba, que consegui encontrar um ponto de equilíbrio entre o faro jornalístico e o marketing de conteúdo, que se traduz numa produção de conteúdo diferenciada.

Para fechar, caso você seja um tanto conservador ou conservadora, sou formada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Facnopar, de Apucarana, e em História pela UEPG, de Ponta Grossa, tenho pós-graduação em Memória e Patrimônio, pela UEL, de Londrina, fiz curso de marketing Digital com Olímpio Araújo, de Curitiba, de Social Sell com a Camila Porto, também de Curitiba, e o Realize, com a Verônica Machado, de Brasília, entre outros…

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